segunda-feira, 6 de julho de 2026

Ir e vir

A globalização favorece a todos:
Àquele que não é feliz onde está;
Àquele que depende da validação do outro;
Mais ainda, àquele que convive com lamúrias...

domingo, 13 de julho de 2025

Efëmera





Enquanto o céu e a terra se reconciliam por meio das águas, é salutar a reflexão humana:
Ora, diante da imensidão terrena, onde o ar ainda é suficiente, delimitar espaço e limitar atitudes é extremamente necessário para a eficácia nos relacionamentos.
Separar aspectos sociais públicos dos privados facilita o entendimento do ponto de vista contábil, essencial na prestação de contas.
O pertencer individual não pode ultrapassar possibilidades de consumo em vida, até porque a expectativa para o amadurecimento humano é de algo em torno de 120 anos. Ao tempo que o investimento público permanece de acordo com o contrato coletivo pré-estabelecido. Daí o que se percebe é a ausência de critérios transparentes nas decisões. Ausência de ética na exposição do indivíduo, vulnerável aos arquétipos, ou por outro lado ao conselho de outrem.

Ocorre assim o assujeitamento circunstancial. Mediadores podem ou não agir de maneira desinteressada. É assustador, no entanto, vamos combinar: não pode um único ser definir o bem comum, a pluralidade deve prevalecer na preservação de interesses arduamente adquiridos ao longo de uma história. 

Brasil


I


Ocorre que conheço meu valor. Ele tenta validar minhas habilidades sem conhecer a minha história. Ele que faça...

Soberania é transbordar, portanto!

sexta-feira, 11 de julho de 2025

Mudanças necessárias


  Viver sem lamúrias, não há como consertar o passado. Sentir a delícia de uma existência única e plena. Projetos de inclusão, por meio de um amor concreto, podem contribuir com a eliminação da desigualdade, em todos os aspėctos.


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Depende do olhar




Enquanto o céu e a terra se reconciliam por meio das águas, é salutar a reflexão humana:
Ora, diante da imensidão terrena, onde o ar ainda é suficiente, delimitar espaço e limitar atitudes é extremamente necessário para a eficácia dos relacionamentos.
Separar aspectos sociais públicos dos privados facilita o entendimento do ponto de vista contábil, essencial na prestação de contas.
O pertencer individual não pode ultrapassar possibilidades de consumo em vida, até porque a expectativa para o amadurecimento pessoal é de algo em torno de 120 anos. Ao tempo que o investimento público permanece de acordo com o contrato coletivo pré-estabelecido. Ainda que se perceba ausência de critérios transparentes nas decisões, onde o excludente sistema, expõe sem ética o indivíduo, vulnerável aos juízos arquétipos, ou por outro lado ao conselho de outrem.Ocorre assim o assujeitamento circunstancial. Mediadores podem ou não articular de maneira desinteressada. 
 É assustador, no entanto, vamos combinar: não pode um único ser definir o bem comum, a pluralidade deve prevalecer na preservação de direitos arduamente adquiridos ao longo da história. Ainda assim, viver é participar, criar, transformar a realidade para que seja favorável ao equilíbrio, buscar alternativas para romper a perversa desigualdade gritante... Acreditar é permitir um novo olhar, agir, sentir, amar, amar e amar.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

O silêncio é opcional




A invasão reforça uma ausência total de respeito a privacidade.
O direito a solitude não interfere no desenvolvimento interpessoal,
ao contrário, evita discussões inúteis acerca de interesses
inerentes à natureza humana, salutar reflexão.
E, portanto, é necessário constatar:
o nascer do sol denota condição favorável ao êxito individual,
que, no entanto, depende do meio e espaço.
Ocorre que a experiência transcendente de relacionamentos

pauta-se no simples desapego: permitir-se viver ao tempo de deixar o outro livre ao processo de escolha, sem culpa.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Sequências arbitrárias




Partir do pressuposto que soberania e liberdade
são mutuamente excludentes, é possível concluir que,
 enquanto o processo existencial conceituado
na tirania se restringe na autossuficiência
dado o seu aspecto inflexível,
 ao tempo que a
experiência humana por meio da escolha cria o novo.

Pode assim, a imprudência humana, percalço democrático,
truncar o equilíbrio sustentável,
 caos substancialmente favorável

à desigualdade em todos os seus aspectos.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Não às migalhas


Ainda que oculte o seu brilho por meio de subterfúgios,
sua luz interior resplandece no agir...
A renuncia em participar do banquete da desonra é,
naturalmente a essência fundamental do seu caráter.
A preservação de seus princípios precede, portanto,
necessidades de interesse próprio.


sábado, 11 de março de 2017

Temperança


Tenho medo do vazio... ao tempo que evito o total preenchimento. 
Não permito a infundadas superstições influenciarem em meus valores.
Prefiro apanhar das palavras e linguagens a essência do conhecimento.
E assim, afastar sequelas da insensatez que povoou meu pensamento.
Exercito o hábito de sentir e refletir, com intervalos para a inserção do novo.
Aprecio, portanto, um agir ponderado,
 permeado de tentativas de conceituar o amor... 

domingo, 29 de janeiro de 2017

Experimente


Perceber é o pressuposto de quem está ápto a dirigir.
Se, no entanto, eu percorro a situação
por meio de voltas e voltas e nada vejo,
é possível que eu precise do auxílio de terceiros.

Necessário critérios porem, na escolha do pretenso.
Como poderei cobrar eficiência em laços efetivos?
Transformação? De que maneira visualizo a realidade
de todos por um olhar comprometido com o meu?

Ocorre então distorções, naturalmente por se tratar
de um diagnóstico único. Assim, a ideia de pluralidade
não é experimentada, o que impossibilita um orçamento
que atenda  a real necessidade local, portanto.




quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Limitações e delimitações


Quando ocupo um espaço muito além das minhas necessidades,
posso interferir no equilíbrio planetário do ponto de vista econômico.
Tudo o que sobrepuja aqui, pode faltar acolá.

É que, pode o meu olhar não compreender as delimitação existenciais.
E exceder assim na participação desenfreada.
O equívoco maior é a interferência acerca do destinado ao coletivo.

Não pode a pluralidade atuar quando o tirano rouba a cena.
É necessário, portanto, o recuo, ninguém é suficiente,

os limites caminham em parceria com a boa fé.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Santos Reis


O homem quando nasce não tem escolha: momento, local, origem. Ele é inserido àquele único contexto possível para justificar a sua existência. Ainda assim se rejubila com o novo, observa, se orienta e percebe o que pode ser feito.
Com o tempo ele aprende e ensina na convivência com os semelhantes. Formam-se, então laços, nuances do que pode vir a ser, na busca de sentimentos concretos atropela propósitos estanques, ao tempo que ideais se materializam.
A cautela no movimentar se estabelece mediante a mútua necessidade de sobrevivência. No entanto, permanece distinto nos encontros e desencontros, e o caminho se alarga ao tempo que se restringe em especificidades.
Assim, esse ir e vir permeado de percalços aponta a necessidade, portanto, do estabelecimento de parâmetros: amor, proteção e livre arbítrio, direitos que devem ser assegurados. A cidadania é possível desde que assegurada pelo meio, portanto.  

Transporte, saúde, educação, segurança e alimentação é o mínimo que se espera para que cada indivíduo seja tido como igual. Até porque não pode ocorrer de interesses privados se sobressaírem em detrimento do direito universal.  

sábado, 16 de julho de 2016

Percebe?



A percepção de um ipê sem flores é salutar,
vive, mas não sorri...
Ao tempo que o sol acolhe com um "sorrisão",
e, inalteradamente na despedida sorri com gosto.

Ainda, edifica na busca das rosas
atentar, que elas se resguardam às vezes...
Ao passo que majestosamente segue o vento
pelo caminho, a se entender com os passarinhos...

É necessário, porém, reconhecer a soberania de quem cria.
O que não se pode, jamais é prever a constância do vento...
ora suave, ora maluco, sua intensidade não se restringe.
Ninguém segura o vento, esse não há quem domine.

Assim, o vento pode surgir do nada, feito um furacão,
arrancar telhas e construções. Reedificar? Não é o seu papel.
Ao tempo que, sonhos e relacionamentos não dependem de...
Permanece a oferta do criador, ao filho a espera, a obra, a ação.

O vento não se deixa cativar, tem vida própria.
E, se repente chega manso é acolhido...
Mostra-se tão suave que parece fazer carinhos...
Provoca... incita, facilita até.

Então, naturalmente a fúria do vento é suplantada pela calmaria,
ao tempo do sentir... Contemplar a brisa harmônica que fica.
A tristeza?... Ah! Essa se vai e a felicidade chega, contagia.
O sorriso cativa... Perceber outras existências... É comprometer-se.


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Caminhar


Se procuro algo ou alguém,
percorro no primeiro momento inúmeros caminhos, estonteada.
Ao parar, no entanto, o pensar pausado facilita a espera.

Na ânsia do encontro sinto aproximar o desespero,
indescritível prolongar do vazio, 
ausência que angustia.

Entretanto, se atenta percebo a quietude do silêncio,
o pensamento se cala, 
aprecio então um grandioso momento de aprendizado.

Assim, caminha sem dúvida meu método de reflexão
 acompanhado da vigilância,
com pausas entre o repouso e o pensar.

Portanto, ainda que não ocorra a aproximação...
Negocio seguramente comigo mesma
e vivo intensamente o processo.

E, se não ocorre o reencontro,
 é certo que não
também não me perco.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Relacionamentos

Acreditar ou não é também livre arbítrio. Sonhos e castelos podem ser construídos no interior de qualquer constelação.
Quando flocos de luzes se acendem, faíscas elétricas se chocam... o gozo. Satisfação no conhecer, poder, viver bem.
A quem pode interessar de fato o prazer, o querer bem? Entender o valor substancial de uma congruência sentimental é a essência do existir.
A tentativa de destruir construções, assim como o apontamento de falhas nas expectativas, requerem conhecimento prévio do processo.
E nesse envolvimento, cabe ofertas de material que edifique a ponte, necessária para uma elegante conversação na defesa de interesses diversos.
Dadas as possibilidades de uma troca favorável dos limitados conhecimentos, que facilite transações. Ver e ouvir sinaliza essa pré-disposição ao diálogo.  Por que não?
Manter acesa a chama da livre manifestação de um querer é também excluir o intransponível,  intransigência e tirania impedem a convivência na diversidade, portanto.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Relacionamentos


- Goiás atualmente não tem problema.
- Sim, somos abastados diante da realidade nacional.
- Isso porque acabou a era Iris Rezende.
- Sim, o tempo novo acontece por meio de Marconi Perillo.
- É, nesta noite a Dilma vai cai e um homem assumirá o poder.
- Então, eu viverei a ditadura, lamentavelmente.
Eu e ele no banco da praça debatíamos a política atual, até aí tudo bem, uma discussão absolutamente normal, mas de repente ele firmou categoricamente a voz e declarou:
- O negro é uma sub-raça.
Silenciosamente eu mudei  o rumo da prosa, me despedi e nunca mais o vi.

sábado, 14 de maio de 2016

Misoginia


Artesanalmente o jardim foi criado.
Algumas sentiram na pele a hegemonia biológica.
A percepção de lágrimas engolidas no silêncio ...
Altruísmo da batalha assimétrica por um espaço...
Enfrentamento às represarias formal e implícita.

Da dor da impotência aos primeiros avanços compartilhados...
O preparo do terreno para assegurar a beleza do jardim.

No entanto, ao visualizar essa arte resplandecente em formação,
muito além da estética, genuína e transcendente de um governo, 
arrancaram cada botão em flor... misoginia?
E as pedras retomam o caminho para impactar...
Ao tempo que preterem as rosas...


domingo, 27 de março de 2016

Páscoa


Eu quero me despojar do velho adeus...
Ser capaz de extrair do desencontro um novo olhar...
Focar no sentir intenso compartilhado do conhecer.
Cativar a grandeza de caminhar juntos, olhar nos olhos...
Valorizar o sagrado ser que existe em mim...
Ao tempo de visualizar o puro na essência do outro.
E então, tocar as mãos sem pressa, viver a comunhão...
Permitir o suspiro uníssono do coração,

A simetria do amor...

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Futebol e política



Na minha concepção, a disputa política deveria ser igual a um jogo de futebol.
Não sei como é em outros locais, mas onde eu moro o futebol tem seu destaque.
Dentro de campo todos se empenham, seja a criança, adolescente, adulto ou idoso.
O jogo em si, é bonito de se ver, a torcida se posiciona favorável ou contra...
Final de jogo...
Cada time se reúne... É necessário observar, em que se pode melhorar...

Com relação à política, esta está em crise, não porque existe uma mulher no poder.
O problema maior é que o eleitorado se dividiu precisamente ao meio,
o lado que perdeu, não se conforma, nem deixa a situação trabalhar...
Eu lamento...
Quando um jogo termina, não significa que não haverá outros.
É necessário, portanto, a preservação do campo, precisamos dele.
Quem perdeu: pode sair de mansinho sim e até colaborar, há tanto o que fazer!

Ao vencedor cabe administrar o período legitimado, o espaço é extremamente necessário...